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Doenças emocionais de A a Z - Esterilidade


A esterilidade feminina pode ser decorrente de vários fatores como obstrução nas tubas uterina ou anormalidades na ovulação, distúrbios do muco cervical e o estreitamento do orifício externo do colo uterino ou do canal cervical impedem os espermatozoides de penetrar no útero para alcançar o óvulo nas tubas uterinas.

Já a esterilidade masculina é identificada pelo exame de espermograma, que aponta ausência total de espermatooides ou diminuição significativa de seu número e de sua mobilidade. A esterilidade pode ainda estar relacionada a alterações cromossômicas, provocadas principalmente por doenças venéreas.

Quando o casal tem uma boa condição interna e mesmo assim a gravidez não acontece, no processo da vida existe um momento oportuno para a concepção de um novo ser, ninguém pode alterar isso, mesmo que o casal queira muito.

Na perspectiva metafísica, a infertilidade expressa o sentimento de incapacidade das pessoas de sustentar uma situação ou resolver seus próprios problemas, familiares ou profissionais, inconscientemente preferem fugir das dificuldades, em vez de enfrentá-las. costuma se manifestar em quem tem padrão de dependência dos outros, ou seja, não conseguem ser autossuficientes na vida, não têm poder de decisão, falta determinação para concretizar seus objetivos. Fazem o que é necessário, mas não concretizam seus objetivos, nem alcançam os resultados almejados.

A esterilidade costuma aparecer em pessoas que têm medo de assumir responsabilidades, facilmente acomodam-se a uma situação, mesmo que seja desagradável. Não sabem como utilizar criatividade e determinação para alterar aquilo que incomoda no meio em que vivem. São autoexigentes, mas costumam ficar paralisados quando precisam  resolver seus problemas, gerando insatisfações e frustrações que provocam baixa auto-estima.

Para reverter esse cenário, é necessário que o casal trabalhe na reformulação dos fatores internos, resgatem a harmonia na convivência e fortaleçam os laços afetivos. Não transformem o presente da vida, que é ter um filho, num pesadelo, nem se dediquem aos meios para ter um filho de maneira neurótica. É preciso fazer o que for preciso para a concepção, sobretudo, mantenham-se fortalecidos
interiormente., baixar a ansiedade e confiar:  no momento certo o filho chega, por meios naturais ou pela adoção. A vida tem seus mecanismos e ela sabe o que é melhor, ou ainda, qual o melhor momento para a chegada de um filho na vida do casal.

Novo padrão sugerido por Louise Ray: Confio no processo da vida. Estou sempre no lugar certo, fazendo as coisas certas nas horas certas. Eu me amo e me aprovo.

Se preferir, acompanhe a meditação guiada clicando no botão azul. Neste caso recomenda-se que o casal realize a meditação. 

Livros consultados:
- Você pode mudar sua vida
- Coleção Metafísica da Saúde
- Linguagem do corpo
- Tratado da Medicina Floral

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