Doenças emocionais de A a Z - Apetite: excesso ou falta de

Excesso ou falta de apetite não se  referem exatamente à quantidade de alimento, pois algumas pessoas precisam de mais alimentos e outras, de menos, de acordo com seu sistema fisiológico e a capacidade de metabolização. Torna-se uma doença quando o excesso ou falta não impacta somente na aparência, mas no estado geral de saúde, ou seja, quando gera um desequilíbrio. O excesso pode levar a problemas como obesidade, colesterol alto, pressão alta, e a falta pode levar à anorexia, desnutrição, anemia. As necessidades de quantidades são individuais e devem ser respeitadas.




Tanto o excesso quanto a falta estão ligados ao medo. Veja abaixo qual a reação emocional em um ou outro caso:

- Excesso de apetite: surge da necessidade de proteção e do julgamento das emoções. A pessoa sente-se inadequada para o ambiente do qual faz parte ou sente que precisa se defender. Pode se referir ainda ao sentimento de que lhe falta amor. É como se a pessoa sentisse a necessidade de criar uma "camada" protetora em torno de si, para se sentir segura e acolhida e para proteger seus sentimentos e características. O excesso de apetite pode causar obesidade, tema que será tratado mais adiante.

Novo padrão sugerido: Entendo que estou segura e posso ir adiante com confiança, pois sei que estou sempre apoiada e acolhida no amor do Todo.

- Falta de apetite: também refere-se ao se proteger, sob a perspectiva de que não se confia no processo da vida. É um indício claro de que a pessoa não está se permitindo aceitar os novos acontecimentos de sua vida. Sente-se imatura para lidar com os conflitos que amadurecem. A falta de apetite está ligada a outras doenças com a mesma origem (como gripe) e pode levar à anorexia, que já foi tratada ---> aqui.

Novo padrão sugerido: Eu me amo e agora aceito participar do fluxo da vida. Sei que é saudável crescer e escolho aprender com os acontecimentos, que sempre são para o meu bem.


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Para que se possa abranger o maior número de doenças possível, publicaremos as doenças periodicamente em ordem alfabética. É importante sempre avaliar com calma cada caso, olhando para o interior, conversando consigo mesma/o para perceber qual é o padrão arraigado e como este pode ser substituído por um novo padrão, visto que todas as doenças partem do eu, do que criamos em nosso interior e se manifesta no exterior. Em seguida, fale consigo  várias vezes sobre o novo padrão e sempre com a postura de que a doença já está curada.


Livros de referência:

  • Você pode curar sua vida
  • Linguagem do corpo
  • Metafísica da saúde