Doenças emocionais de A a Z - Coceira (causas)


A coceira pode ter várias origens, desde alergias e doenças de pele. de qualquer fora, o fundo emocional da coceira é caracterizado pelo desconforto com algum tipo de sentimento interior, sentimento de insatisfação. É como se a pessoa tivesse vontade de arrancar o que incomoda profundamente.



Costuma surgir em momentos no qual a pessoa passa por irritação com pessoas próximas que estão atrasando ou atrapalhando seu desenvolvimento pessoal ou profissional. A pessoa sente-se obrigada a fazer ou agir de forma que lhe desagrada, sente-se persuadida.

Portanto, para reverter estados que geram coceira, a dica aprender a colocar limites e a expôr o que me incomoda ou desagrada, de forma que deixe de sentir como se o seu espaço interior estivesse ameaçado, o que leva à reação em forma de coceira.

Outra coceira interessante surge na garganta, quando aparece sem motivo aparente, ou seja, sem que haja pigarro ou inflamação. Esta coceira, aparentemente sem motivo, é oriunda da falta de expressividade, da pessoa que não fala tudo aquilo o que sente que deveria para ter os limites respeitados.  Por outro lado, é preciso observar a forma como expõe estes limites às pessoas, pois não é necessária agressividade, o que denotaria atitude arrogante.

Coceira na região pélvica refere-se à insatisfações sexuais em relação ao relacionamento afetivo. Neste caso, é preciso viver plenamente a relação e aprender a elaborar com maturidade os sentimentos quando sua expectativa não é correspondida. A coceira na região das mamas pode indicar insatisfação devido ao sentimento de falta de valorização, frustração por não se sentir amada(o) e por não conseguir fazer tudo o que gostaria pelo outro.

Novo padrão sugerido: meus desejos e necessidades são atendidos na medida do possível, Eu escolho ficar bem dentro de mim, com amor e suavidade. Sou respeitada(o), especialmente por mim mesma(o).

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Para que se possa abranger o maior número de doenças possível, publicaremos as doenças periodicamente em ordem alfabética. É importante sempre avaliar com calma cada caso, olhando para o interior, conversando consigo mesma/o para perceber qual é o padrão arraigado e como este pode ser substituído por um novo padrão, visto que todas as doenças partem do eu, do que criamos em nosso interior e se manifesta no exterior. Em seguida, fale consigo  várias vezes sobre o novo padrão e sempre com a postura de que a doença já está curada.

Livros de referência:
  • Você pode curar sua vida
  • Linguagem do corpo
  • Metafísica da saúde
  • Tratado de Medicina Floral
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