Cura à distância - fraude ou realidade?



Sempre que se fala em cura à distância, fica a dúvida: existe essa possibilidade ou é mito, charlatanismo?

Os mais céticos percebem essa questão como sendo impossível por considerarem inválida qualquer possibilidade que não possa ser comprovada através dos olhos e do tato, ou seja, materialmente. Não por acaso a indústria farmacêutica é das mais bem sucedidas, especialmente no Brasil.


Já os estudiosos de mecânica quântica sabem que, por vias quânticas, isso é perfeitamente possível. O livo "O Campo" (há alguns arquivos na internet), da jornalista investigativa Lynne McTaggart sobre a qual farei uma resenha posteriormente, traz uma série de experimentos comprovados cientificamente embasando as teorias quânticas, descritos minuciosamente. 

Entre esses experimentos, estão alguns que comprovam a atuação de curadores à distância em grupos de pacientes com diferentes moléstias. Entre os curadores encontravam-se praticantes de diferentes terapias, de xamãs a chineses que emitiam energia Chi, a pessoas que simplesmente oravam pelo paciente. Constatou-se que o meio utilizado não era tão relevante, e sim a intenção do curador no momentos em que direcionavam seus pensamentos e sentimentos ao paciente.

 Dois pequenos recortes do livro estão aqui:

"Talvez a pesquisa mais impressionante com seres humanos tenha sido conduzida pelo médico Randolph Byrd em 1988. Ele tentou determinar em uma experimentação aleatória e duplamente cega se a prece a distância exerceria algum efeito em pacientes de uma unidade coronariana do hospital em que trabalhava. Ao longo de dez meses, quase quatrocentos pacientes foram divididos em dois grupos, e apenas metade deles (sem que soubessem) recebeu preces de cristãos fora do hospital. Todos os pacientes haviam sido avaliados, e não havia nenhuma diferença estatística no estado deles antes do tratamento. Depois do tratamento, os que haviam sido alvo de orações apresentaram sintomas significativamente menos graves, requerendo menos ajuda de um respirador, assim como uma quantidade menor de antibióticos e diuréticos do que os pacientes que não tinham recebido preces."

Esse experimento, no entanto, teve falhas de execução do protocolo que valida o carácter científico. Elisabeth Targ, psiquiatra ortodoxa e cética, resolver conduzir outras pesquisas com extremo cuidado em relação aos protocolos, pois não conseguia acreditar na cura à distância. Nesse caso observou-se pacientes com HIV. Segue o outro recorte:

"Elisabeth estava com o espírito aberto para a pesquisa, mas sua parte conservadora insistia em vir à tona. Por mais que tentasse, sua bagagem teórica e suas predileções teimavam em aflorar. Ela permaneceu relativamente convencida de que o cachimbo do índio americano e o canto do chakra nada tinham a ver com a cura de um grupo de homens que sofriam de uma doença tão grave e avançada que a morte deles era quase certa. Mas então ela começou a ver os pacientes em estágio terminal melhorarem.Durante os seis meses do período da experimentação, 40% das pessoas do grupo de controle morreram. Em contrapartida, os dez pacientes do grupo que estava recebendo o tratamento de cura estavam vivos e também tinham ficado mais saudáveis, sendo essas informações baseadas nos próprios relatos deles e em avaliações médicas. No final da pesquisa, os pacientes foram examinados por uma equipe de cientistas, e o estado deles gerou uma conclusão inevitável: o tratamento estava funcionando. Targ quase não conseguia acreditar nos resultados. Ela e Sicher precisavam garantir que o tratamento a distância fora responsável por eles, de modo que conferiram e reconferiram o protocolo.!"

Esses dois recortes são pequenas amostras sobre a potencialidade comprovada de cura à distância, mas sobretudo, sobre o potencial de intenção que cada um traz dentro de si. Infelizmente muitas vezes esse potencial é utilizado de forma negativa ou por pessoas má intencionadas, que se aproveitam dessa capacidade, transformando seu potencial de intenção em práticas exploratórias e/ou invasivas que caracterizam charlatanismo, diminuindo a credibilidade daqueles que atuam com intenção positiva.

De qualquer forma, para quem ficou curioso sobre os experimentos ou permanece cético, vale expiar no referido livro a "Terceira Parte - Entrando em contato com o campo", este trecho faz parte das primeiras páginas dessa parte. 

Só podemos julgar aquilo que pesquisamos a fundo e até, sobre o qual realizamos experimentos para podermos tirar uma conclusão. A dúvida é sempre saudável pois é o que permite o crescimento e evolução universal, desde que se tome meios para ir em busca de respostas contundentes.