Teoria do Desdobramento do Tempo

Confirmada matematicamente a teoria do desdobramento do tempo foi desenvolvida por Jean Pierre Garnier Malet, premiado por esta teoria após publicação no Instituto Americano de Física em 2006, e trata da perspectiva de que nós existimos também em tempos subliminares que não são processados pelo cérebro consciente. Malet escreveu inclusive um livro sobre o tema sob o título "Mude seu futuro através das aberturas temporais".




De acordo com essa teoria para cada pessoa há um "eu quântico" que viaja por aberturas temporais, vivenciando experiências sem a prisão do espaço-tempo, o  que está diretamente ligado com as teorias da mecânica quântica, a física das possibilidades que podem se tornar probabilidades. Quando falamos em desdobramento do tempo falamos sobre os futuros possíveis que já estão sendo vivenciados fora do espaço-tempo. Portanto a atualização de uma realidade para outra depende somente de uma correção de percepção, ou seja, da nossa percepção sobre a realidade consciente atual para outra mais favorável.


A Teoria do Desdobramento do Tempo acontece embasada nas seguintes teorias quânticas:

1 - Princípio da Causação Descendente: a consciência precede a matéria, sendo a origem de tudo. Portanto a realidade surge a partir da percepção, e não da matéria.

 2 - Princípio do Observador: a realidade é reflexo de como a onda de possibilidades é observada, portanto, o observador (no caso, a pessoa) é quem determina o que acontece.

3 - Princípio da Não-localidade: refere-se à manifestação do eu fora do espaço-tempo onde é possível o deslocamento livre sem as limitações da Terceira Dimensão. É onde o eu se comporta como onda, e não, partícula.

4 - Compreender o tempo quântico: tudo está acontecendo ao mesmo tempo. Na não-localidade inexiste o passado, presente e futuro.  Esse tempo é percebido quando se está completamente aterrado ao presente, ao agora, ou quando se está no estado de não-mente.


A chave da utilização da Teoria do Desdobramento do Tempo na vida prática está na observação: a maneira como a realidade é observada/sentida hoje determina qual possível amanhã será realidade. Portanto, se conseguimos mudar a percepção sobre o eu do presente provocamos uma atualização do eu e por consequência, um futuro diferente correspondente ao novo modelo observado.

De posse do conhecimento de que todos somos partícula e onda ao mesmo tempo concluí-se que estamos o tempo todo nesses dois estados. Quando nosso eu está se comportando como onda perde a limitação material de partícula e passa a fazer parte da não-localidade. Nesse estado é capaz de trafegar em qualquer espaço-tempo, sendo possível para este eu não-local acessar as melhores informações para adequar no físico um padrão mais favorável e adequado à nova percepção.

É importante destacar que o acesso à não-localidade só acontece no estado de presença e no estado de não-mente, onde as informações são absorvidas através de intuição. A esse conceito alia-se o  Princípio da Incerteza: nada é finito e determinado, afinal operamos em um universo de possibilidades. A questão é saber adequar o princípio da observação e saber como acessar informações do eu não-local para provocar mudanças no eu local.

O desdobramento do tempo acontece naturalmente durante o sono, nos períodos REM. Esse é um dos motivos pelo qual é importante cuidar dos pensamentos e sentimentos antes de dormir. A última informação que nosso cérebro registra antes do sono influencia o eu quântico na abertura temporal.  Quando dormimos preocupados, tristes, pensando nos problemas, o nosso futuro é atualizado para justificar tais pensamentos, pois o eu não-local não avalia o teor dos pensamentos emitidos. Ao contrário, se pensamos e sentimos nossos sonhos e padrões que gostaríamos de manifestar, almejando um ser alegre, confiante, no qual a vida flui com facilidade, atualizamos a realidade para essa perspectiva.

Há técnicas para acessar as aberturas temporais com consciência, mas podemos fazê-lo de forma simplificada, todos os dias. Quando percebermos que estamos prestes a adormecer, podemos nos "observar" como o eu do presente que não desejamos mais, através da frase "eu vejo um/uma (colocar o nome) _________". (ex: estressado). Em seguida, substituir pelo eu desejado (observação da nova realidade), assim: "eu vejo um/uma (colocar o nome) ________. (nesse ex, tranquilo, em paz). Repetir mentalmente três vezes, sempre com determinação e suavidade ao mesmo tempo - vale a lembrança de que o universo não responde a força, e sim, à graciosidade na intenção. Repetir o processo diariamente até perceber que incorporou o novo padrão.

Alguns exemplos de padrão:

Eu vejo um (nome) inseguro - por - Eu vejo um (nome) confiante.
Eu vejo um (nome) endividado - por - Eu vejo um (nome) próspero.
Eu vejo um (nome) solitário - por - Eu vejo um (nome) muito amado.
Eu vejo um (nome) amargurado - por - Eu vejo um (nome) alegre.
Eu vejo um (nome) doente (especificar doença) - por - Eu vejo um (nome) saudável.
Eu vejo um (nome) incapaz - por - Eu vejo um (nome) capacitado.
Eu vejo um (nome) exausto - por - Eu vejo um (nome) disposto e criativo.



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