Doenças emocionais de A a Z: Aborto ou Atraso Menstrual

Para que se possa abranger o maior número de doenças possível, publicaremos as doenças periodicamente em ordem alfabética. É importante sempre avaliar com calma cada caso, olhando para o interior, conversando consigo mesma/o para perceber qual é o padrão arraigado e como este pode ser substituído por um novo padrão, visto que todas as doenças partem do eu, do que criamos em nosso interior e se manifesta no exterior. Em seguida, fale consigo  várias vezes sobre o novo padrão e sempre com a postura de que a doença já está curada.





O útero, sobre o qual escreveremos mais adiante, simboliza o amadurecimento, a criatividade e  o relacionamento conjugal. Vejamos alguns casos que podem causar atrasos menstruais:



1 - Os atrasos menstruais podem surgir quando uma mulher é dependente de alguém e sente que não pode mais fazer as coisas que gosta, do jeito que gosta. Significam que a mulher está negando a própria feminilidade e acontecem quando há inconscientemente a sensação de que em seu relacionamento não está sendo permitido que ela seja a mulher que é, causando uma espécie de bloqueio.

Liberar a criatividade, desligar os mecanismos de autopunição - por se submeter - e punição em relação ao parceiro  ajudam o útero a trabalhar corretamente e portanto, regularizam o fluxo menstrual. É importante perdoar a pessoa que faz com que você sinta a sua criatividade sufocada, liberá-la e permitir-se ser quem você é, exercendo sua feminilidade, evitando a criação de situações complicadas no lar para fazer sofrer aquele que a está fazendo sofrer. É importante avaliar o quanto vale a pena essa relação e aprender a trabalhar as mágoas e insatisfações.

Novo padrão sugerido: Eu perdoo e liberto todos os que sufocam minha criatividade e minha condição natural feminina. É seguro e saudável ser mulher e fluir com o fluxo da vida.

2 - Outros motivos que podem provocar o atraso menstrual são mudanças súbitas de humor, grandes choques ou abalos emocionais e até mesmo desejo ardente de engravidar, pois esse desejo gera ansiedade e portanto, a menstruação não é bem recebida pela mulher, criando também uma espécie de bloqueio na tentativa inconsciente de acreditar que já está grávida.

Novo padrão sugerido: Eu me amo e aceito o equilíbrio e a calma interior como meus estados naturais.

3 -  A menstruação pode atrasar também quando não há aceitação da natural condição menstrual de mulher, pois inconscientemente traz a ideia de que a menstruação tira a oportunidade de aproveitar a vida. Sob essa perspectiva a mulher pode passar a se bloquear também nos relacionamentos com o outro e tende a ter maior dificuldade de aceitação de suas características.

Novo padrão sugerido: Eu me amo e aceito profunda e completamente minha natureza, e solto todos os bloqueios, entendendo que posso viver com liberdade.

 4 - O atraso menstrual, especialmente na primeira menstruação, também pode acontecer com uma negação do processo de amadurecimento, o medo de assumir responsabilidades, de ter que deixar de ser criança. Além de todos esses fatores a cultura muitas vezes traz a ideia de que menstruação é algo repulsivo em que é preciso um excesso de higiene e que afasta o parceiro, e portanto algo não desejado. Nesses casos é importante trabalhar o inconsciente no sentido de amar a própria feminilidade compreendendo que o ciclo menstrual acontece como todos os ciclos na vida: tem início meio e fim.

Novo padrão sugerido: Eu me amo e aceito como positivo e seguro o processo natural e saudável de amadurecimento e evolução como mulher. Sou como o fluxo da vida, me renovo constantemente.

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Já o aborto nasce do medo medo do futuro, da sensação inconsciente de que o momento em que a gravidez acontece não é o mais adequado, é como se o inconsciente acreditasse que o futuro é mais adequado, não agora. Vale investigar se este padrão é oriundo de traumas ou crenças implementadas na infância, como ter sofrido cobranças excessivas, modelo de mãe exemplar ou relapsa - trazendo a ideia de que é preciso mais responsabilidade do que acredita ter para criar um bebê, ou seja, medo de falhar no papel de mãe - ou ter acompanhado más experiências de outras pessoas em relação à receptividade de gravidez. Podem ser cogitados até mesmo casos de ter sentido rejeição no útero da mãe.

Novo padrão sugerido por Louise Ray: A ação certa Divina está sempre acontecendo em minha vida. Eu me amo e me aprovo, tudo está bem.



Livros indicados e de referência:
- Você pode curar sua Vida
- Linguagem do Corpo
- Metafísica da Saúde