A importância de equilibrar os hemisférios cerebrais

Manter o equilíbrio entre o hemisfério direito e esquerdo do cérebro é importantíssimo para a saúde do indivíduo de forma global.



Nosso cérebro é dividido nesses dois hemisférios, sendo que cada um governa seu lado oposto do corpo, e cada um tem predominância sobre sentimentos ou pensamentos.


É fácil identificar em qual padrão se está vivendorelacionando como age na maior parte do tempo, com as características peculiares de cada hemisfério, identificando essas características. Verifique  abaixo quais características predominam em suas atitudes:


Hemisfério esquerdo
Hemisfério Direito
Detalhista
Amplo
Mecânico
Criativo
Substância
Essência
Preto e branco
Cores
Cético
Receptivo
Linguagem
Meditação
Lógico
Artístico
Fechado
Aberto
Cautela
Aventura
Repetitivo
Inovador
Verbal
Intuitivo
Analítico
Sintético
Memória
Espacial
Intelectual
Emocional


Identificando as características primordiais, é importante trabalhar no sentido de desenvolver mais aquela parte do cérebro que não está sendo bem trabalhada para manter um estado de mente relaxado e tranqüilo. Alcançar esse equilíbrio entre os dois hemisférios é fundamental, pois quando um somente passa a dominar, a energia que fica bloqueada é a energia vital ki, e quando o fluxo fica bloqueado, causa doenças.

Os chineses já diagnosticaram há mais de 5.000 anos essa divisão que existe entre o hemisfério esquerdo e o  hemisfério direito - bem como mostra a importância da sinergia entre as energias yin e yang, manifestações do Universo opostas e complementares - e como está relacionada inclusive com o contexto pessoal, familiar profissional e de relacionamentos, de acordo com o lado em que a doença se manifesta e em qual posição do corpo se manifesta. Confira a tabela:


Doenças ou acidentes do lado direito do corpo (yin)
Mulher (yin)
Homem (yang)
Conflito com outras mulheres que exerçam poder sobre suas emoções (mãe, sogra, esposa)
Conflito com mulheres ou situações arquivadas e não resolvidas; conflito com mulheres que exerçam poder sobre suas emoções (mãe, sogra, esposa)
Autocobrança excessiva
Hemisfério cerebral esquerdo em desequilíbrio
Inflexibilidade consigo mesma

Culpa consciente ou inconsciente

Hemisfério cerebral esquerdo em desequilíbrio

Doenças ou acidentes do lado esquerdo do corpo (yang)
Mulher (yin)
Homem (yang)
Conflitos com homens ou situações problemáticas não resolvidas com o sexo masculino com homem que exerça poder com suas emoções (pai, sogro, marido, chefe)
Conflitos com outros homens – ou consigo mesmo - ou situações problemáticas não resolvidas com o sexo masculino com homem que exerça poder com suas emoções (pai, sogro, marido, chefe)
Mágoa, ressentimento, ódio, vingança, ciúme
Autocobrança
Hemisfério cerebral direito em desequilíbrio
Inflexibilidade consigo mesmo

Culpa consciente ou inconsciente

Hemisfério cerebral direito em desequilíbrio


Para que seja possível reverter as causas que levam às somatizações é preciso mergulhar em si e pesquisar internamente as relações que provocaram os bloqueios, elaborando os motivos que levaram a outra pessoa a causar essas reações em nós, pois tudo parte de nossa percepção em relação ao que vivemos e sentimos. Se mudamos o padrão de percepção interior, rompemos com os bloqueios e reequilibramos nossa estrutura energética.

Para auxiliar o desbloqueio pode-se usar técnicas como do-in, shiatsu, reiki, acupuntura, enfim, todo tipo de manipulação que impacta no campo energético.

Há ainda um exercício de PNL chamado "chart neurolinguístico" muito bom para equilibrar os hemisférios. Deve ser repetido diariamente, em qualquer hora do dia. Após gravar as sequências,  é possível criar novos obstáculos, como inverter a sequência (do final para o começo), fazê-la de olhos fechados, ou saltando de dois em dois. Segue a tabela:




Como realizar: verbalize as letras do alfabeto (em maiúsculas), enquanto coordena com o movimento da perna do lado correspondente às letras que estão abaixo em minúsculo dessa forma: d = direito, e = esquerdo, j = juntos (saltar). Pode-se também usar os braços.


referência: livro Linguagens do corpo